Por Laura | Terça-feira, 03 Novembro , 2009, 15:33

 

 

 

A tua memória tem o tamanho da minha eternidade

Serás eterno para todos aqueles que te são fiéis

Guardo junto a mim, o último abraço para quando nos reencontrarmos

Guardo-o muito apertado, para não o perder

 

 

Neste momento, tenho no céu, algo mais brilhante que as estrelas...

Tenho-te a Ti e Amo-te tanto...

 

 

 

Não me despeço, porque não te esqueço

 

Mil beijos da tua irmã, para sempre

 

 

 

 

 

 

 

música: Tears in Heaven

Por Laura | Segunda-feira, 17 Agosto , 2009, 21:48

 

Vamos.

Vem comigo por esta estrada fora...

O horizonte está sempre à nossa frente, não há pressa...

Lá chegaremos um dia!

Não te percas...

Tudo está por decidir, tudo por acontecer.

 

Nada está traçado.

Temos a luz do sol para nos guiar, e as estrelas para nos iluminar.

Nenhuma Noite nos assusta.

Não temos medo!


Mil e umas expectativas enchem-nos o dia.

Um desejo imenso de sermos vencedores.

A nossa sombra segue-nos, que mais poderemos querer!?

Somos só nós mas isso basta!

Tanto está por conquistar que pouco temos a perder,


Vamos, vem comigo...

Vamos explorar o incerto.

Batalhar com a dúvida.

Derrotar o infortúnio!


Seremos vencedores? Meros conquistadores?

Quem se importa?

Seguimos em frente!

Temos o Universo à nossa disposição.


Vamos, vem comigo...

Vamos voar e ser nuvens, alcançar o céu,

falar com as estrelas, embalar a lua, acaraciar o sol...

Dá-me a tua mão.

Esquece a incerteza, a tristeza e tudo aquilo que te prende e conforma!


Um dia, subiremos ao pódio.

Arriscámos o conformismo pelo sonho.

E o sonho ganhará...


Vamos, vem comigo... vamos abraçar o Triunfo... há muito que espera por nós.

 

 

Clara Ferreira

 


Por Laura | Sexta-feira, 14 Agosto , 2009, 20:16

Às vezes sinto este não sei quê que vem não sei de onde e dói não sei porquê, roubando as palavras a Luís de Camões, mas não para falar de amor.

Este não sei quê, é um misto de medo e ilusão, de dúvida e sonho... mas acima de tudo, de descrença - em mim, nos outros e no mundo.

Caracterizo-o como o sentimento inútil. Porque não serve para nada, só para me angustiar e maltratar. Nada tem de construtivo... é o caos, puro e duro.


Que chatice a de não poder voar...

 

 

Constança Fernandes

 


Por Laura | Domingo, 09 Agosto , 2009, 15:41

 

Às vezes sou invadida por este estado negativista e pessimista que imobiliza toda a minha vida.

Absorve-me durante uns minutos de tal maneira que só me consigo libertar dele chorando.

São essas lágrimas de dúvida, descrédito e falta de esperança que me assustam, ainda que por meros minutos.

Nesse período, tudo fica em causa, em dúvida... sinto-me perdida e só.

Estou encarcerada dentro de mim e não sei como sair. A dúvida é tão grande e a esperança está tão longe que tudo parece correr mal.

Esses minutos acabam e estou como que renovada, renascida e esperançosa. Acredito em mim mais do que é normal, tenho esperança redobrada.

Gosto de chamar a estes minutos - Choro da Fénix, pois tal como ela, renasço das cinzas.


Clara Ferreira

 


Por Laura | Sexta-feira, 07 Agosto , 2009, 16:26

 

Criei uma conta nova no Twitter para o blogue, mas que vai fazer as vezes do pessoal também!

Para quem quiser seguir as minhas frases "geniais" no twitter, clique na imagem acima e 'follow me'!!

Ou então procurem-me aqui na coluna do blogue... o simbolozinho andará por lá!

 

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Por Laura | Sexta-feira, 07 Agosto , 2009, 13:16

 

O meu armário é incrível!

Ando sempre a arrumá-lo, mas ele teima em ficar com uns "amontoadozinhos" de roupa fora de sítio.

Os dois dias depois da arrumação profunda são sempre os melhores. tenho aquela sensação de extremo cuidado para não desarrumar nada e muito cuidado a colocar a roupa lá dentro. Passam esses dois dias, e volta tudo ao normal, ou seja, passado uma semana precisa de arrumação (não que eu a faça logo passado uma semana, o que acaba por tornar as coisas um bocado caóticas!).

Enfim, eu sou, por norma, uma pessoa organizada... mas o meu armário extravaza a minha capacidade organizacional.

 


Por Laura | Quinta-feira, 06 Agosto , 2009, 19:10

 

A primeira vez que vi esta série foi há já alguns anos na RTP2. Não fiquei logo fã. Fui vendo alguns episódios de longe a longe, sem nunca seguir semanalmente.

Estas férias vi a 3ª temporada e tornei-me oficialmente fã.

A vida destes cinco irmãos é totalmente atribulada. É uma série tipicamente americana, demasiado, por vezes, mas ainda assim, "apanhou-me".

Ando agora a rever e a ver os episódios da 1ª temporada.

 

 

 

 


Por Laura | Quarta-feira, 05 Agosto , 2009, 18:29

 

Embora tenha tenha ficado um pouco cansada da lentidão do filme e de alguma "falta" de história que unisse umas coisas a outras no fim, fiquei agradada, de tal forma, que o menciono aqui no meu cantinho da net!

As imagens que mostram a cidade são excelentes e lindas!

O início do filme deixa-nos na expectativa de algo mais, pelo menos a mim deixou-me e senti-me um pouco desiludida no fim.

Fiquei um pouco à deriva com a situação da filha mais velha e confusa com a relação de ambas com o pai (Colin Firth).

Recomendo a qualquer um que veja este filme, esperando, no entanto, que não tenham tantas expectativas como aquelas que tinha antes de ver o filme (eram muitas e muito elevadas), porque é um filme muito bom, não sendo excelente!

Sinopse:

"Genova” é um filme do realizador Michael Winterbottom, cuja acção se passa em Itália. O filme conta-nos a história de um viúvo que viaja com as suas filhas para a Itália a fim de começar uma nova vida, mas não consegue escapar aos fantasmas do passado.

Após a morte da sua esposa, um homem (Colin Firth) muda-se com as duas filhas para a Itália com o objectivo de dar um novo rumo na vida. Em Genova, no entanto, as coisas não parecem ser tão simples. A filha mais jovem começa a ver o espírito da mãe, enquanto a mais velha descobre a sexualidade.

 

 

 


Por Laura | Terça-feira, 21 Julho , 2009, 17:21

 

 

No fundo de um buraco ou de um poço, acontece descobrir-se as estrelas.

Aristóteles

 


Por Laura | Segunda-feira, 06 Julho , 2009, 11:22

 

Uma série absolutamente fantástica. O filme de 2005 também está bastante interessante, mas esta série está tal e qual a obra, que estou neste momento a concluir.

Ver a série é quase como ler a obra.

Excelente! Mas não aconselho nada a vê-la antes de ler a obra, caso, claro está, tencionem ler a obra. Digo isto porque, as semelhanças são tão grandes que ficamos um pouco preguiçosos quanto à leitura do livro, foi o que me aconteceu, mas como só me faltam dois capítulos achei que não devia vacilar!

Aqui fica o trailer desta fabulosa série sobre a qual um dia cheguei a conversar com a minha professora de Sociologia!

 

 

 


Por Laura | Sexta-feira, 03 Julho , 2009, 15:24

 

Estava a tomar conta da minha sobrinha em casa do meu irmão, o que incluía brincar com as Barbies, jogar jogos da leopoldina, ver os livros da estante dela e descobrir que ela já leu um livro com mais de 100 páginas (tenha-se em conta que ela tem 7 anos e isso é uma passo significativo da sua vida literária) quando descobri este fantástico livro - o que mostro na imagem. Não sei se já aqui falei disso, mas tenciono seguir a carreira da Magistratura Judicial, para ser, Juíza!

O livro é infantil, mas eu fiquei deliciada!

Só tenho pena que a boneca da capa tenha um ar um tanto ou quanto malicioso!

 

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Por Laura | Sexta-feira, 03 Julho , 2009, 15:08

Hoje, mais uma vez, abri uma página deste livro "inquietante". Coincidência ou não, acalhou-me o seguinte texto, do qual apenas coloco a parte que pretendo realçar:

 

"Uma das minhas preocupações constantes é o compreender como é que outra gente existe, como é que há almas que não sejam a minha, consciências estranhas à minha consciência que, por ser consciência, me parece ser a única"

Livro do Desassossego

 

Este excerto prendeu toda a minha atenção.

Nunca se perguntaram como é que determinadas acções passam pela cabeça das outras pessoas? Nunca se perguntaram qual a razão?

Existe, definitivamente, demasiada "coisa" que nos separa uns dos outros, demasiados factores que nos influenciam a forma de pensar, a nossa maneira de reagir às situações e consequentemente, a nossa vida. E é tudo isto que gera a incompreensão que temos para com todos os outros, é complicadíssimo perceber o que lhes vai na consciência porque não somos eles. Não somos suficientemente Grandes para estar em todo o lado e ser coerente em qualquer situação, nunca possuímos todos os ângulos da vida.

 

 


Por Laura | Terça-feira, 30 Junho , 2009, 10:18

 

Tenho medo de te perder.

Procurar a tua mão e não a encontrar

Ficando a pairar no vazio.

Tenho medo, muito medo

De acordar e estares ausente

nesse estado do eternamente.

Tenho medo, mais do que é sensível.

Chamar por ti e ouvir o eco

O som voltar a mim incógnito.

Tenho tanto medo, que deixo de pensar nisto.

De aos poucos ir esquecendo a tua voz,

os teus abraços e de perder a única alma que alimenta a minha.

 


Por Laura | Quarta-feira, 24 Junho , 2009, 09:47

 


Cá estou eu de volta ao meu cantinho! Já tinha saudades. Claro que cá podia ter vindo, mas achei melhor afastar-me durante estas três semanas e estudar que nem uma doida para os três exames que acabaram, precisamente, ontem!

 

 

 

Não tenho feito nada de interessante, para além de estudar ... !

 

Agora ando a tornar a minha casa novamente habitável, o desleixo foi muito nestas últimas três semanas e nada melhor do que uma "limpeza a fundo" para começar as férias! Ah! e não menos importante, organizar papéis!

 

Vou candidatar-me à Universidade daqui a uns dias, mas por agora, não quero pensar nessa nova "fase" da minha vida.

 


Por Laura | Terça-feira, 02 Junho , 2009, 14:43

 

One minute I held the key
Next the walls were closed on me
And I discovered that my castles stand
Upon pillars of salt and pillars of sand

("Viva la Vida" Coldplay)

 

 

Não estava à espera. Não estava à espera que o meu horizonte desaparecesse sem que desse por isso.

Não estava à espera que, de repente, desaparecesse o chão sob os meus pés.

Não estava à espera que o meu mundo desabasse num piscar de olhos. Acima de tudo, não estava à espera do inesperado.

E quão doloroso é o meu "inesperado"...

 

 


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